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Esther Vivas é ativista política e social dos movimentos a favor da soberania alimentar e consumo crítico. Participou dos movimentos altermundialistas, em várias edições do Fórum Social Mundial e nas campanhas contra as mudanças climáticas.

É autora de diversos livros sobre altermundialismo e alternativas ao sistema agroalimentar atual como Resistencias globales. De Seattle a la crisis de Wall Street (Ed. Popular, 2009, com JM Antentas), Del campo al plato(Icaria editorial, ed., 2009, com X. Montagut), En pie contra la deuda externa (El Viejo Topo, 2008), Supermercados, no gracias (Icaria ed., 2007 com X. Montagut), entre outros.

É membro do Centro de Estudos sobre Movimentos Sociais na Universidade Pompeu Fabra em Barcelona. Suas linhas de pesquisa são os movimentos sociais comtemporâneos e as práticas alternativas ao modelo dominante de produção, distribuição e consumo.

Compõe a redação da revista de esquerda Viento Sur e colabora habitualmente em vários meios de comunicação alternativos e convencionais.

2014

Consumismo desenfreado

Da luta de classes e das coisas de comer

Os mitos do sistema alimentar

Depois da Escócia, a Catalunha?

Comércio justo no supermercado?

O poder dos supermercados

Quem tem medo da agricultura ecológica? (II)

Quem tem medo da agricultura ecológica? (I)

Ganhar é possível

Monsanto, a semente do diabo

Xeque mate ao regime

A agricultura camponesa e ecológica pode alimentar o mundo?

Uma alimentação viciada em petróleo

Um sistema alimentar que produz famintos e obesos. Entrevista com Esther Vivas.

Telepizza, o segredo está na massa?

Internacionalismo camponês

“Devemos nos questionar sobre o que há por trás do que comemos”

Grande Irmão no supermercado

Alimentos 0 km, além do marketing

Podemos continuar a comer tanta carne?

Uma dieta globalizada

Comer peixe é muito saudável?

Transgénicos, sim ou sim?

São Valentim: rosas e espinhos

O que é a soberania alimentar?

Coca-Cola é assim

“A obesidade e a fome são os dois lados de um sistema alimentar que não funciona”

Espanha 2014, um ano mais pobre

2013

Adeus eletricidade, luz e aquecimento

Quando a indignação chega à empresa: Telefónica, HP e Panrico

O Grande Irmão vigia-nos

Greve na Panrico: Donuts, começa o dia com um sorriso?

Quanta pobreza podemos suportar?

Alimentos agroecológicos em tempos de crise

Do campo para a sala de aula

“Os poderosos terão medo quando enfrentem à desobediência civil organizada”

Cozinha ‘slow’ para ir longe

Por que cercaremos o banco La Caixa a 11 de setembro?

Do Big Mac ao hamburguer Frankenstein

Bye bye Mariano

Quando se premia aos que geram fome

Unha agricultura sen campesiños

Indignar-se, patrimônio da humanidade. Agora, o Brasil.

Unidos contra a Troika

“O sistema agricola e alimentar está na UTI”

Comer insetos para acabar com a fome?

Consumidores em busca da soberania alimentar

Camponeses do mundo, uní-vos!

Sem direito a comer

Do Fórum Social Mundial às revoltas árabes

O custo oculto dos hipermercados

Ocupando o sistema agrícola e alimentar

Alimentos para comer ou jogar fora?

2012

Comprar, comprar, malditos

Artur Mas, o “messias” sem povo

As mulheres de volta para casa?

De recortadores e recortados

Os jogos da fome

Sementes em perigo

Não devemos, não pagamos

#25S: Ao resgate da democracia

Mulheres camponesas

Uma nova agricultura pelos grupos de consumo

Quando a economia e o capitalismo se pintam de verde

15M: um olhar para o futuro

Indústria porca

D@s indignad@s, o movimento altermundialista e o retorno da questão política na obra de Daniel Bensaïd

Soberania alimentar, uma perspectiva feminista

Da economia verde, @s indignad@s e os fóruns sociais

Do Fórum de Porto Alegre à Cúpula dos Povos no Rio

Ecos do Fórum Social Mundial em Porto Alegre

Como mudar o mundo?

2011

Consumir prejudica sua saúde… e a do planeta

A crise alimentar ataca novamente

Um balanço da Cúpula do Clima em Durban: mais capitalismo verde

15 O: indignação global

Avançando no Cooperativismo Agroecológico

Três anos de crise, três meses de indignação

Os porquês da fome

Gênova 2001: a memória indignada dez anos depois.

15M. A força que brota das redes sociais. Entrevista especial com Esther Vivas.

Estado espanhol: o movimento dos ”indignad@s” e suas perspectivas

Indignad@s. E agora?

19J: Indignação massiva

Espanha: a luta após os acampamentos

G8: um roteiro previsível

A rebelião d@s indignad@s. Notas desde a Praça Tahir de Barcelona.

A soberania alimentar como alternativa

Sementes sequestradas

Fórum Social Mundial depois de Dakar: entre a necessidade e a realidade

Fórum  Social Mundial: articulando as resistências

África: coração do Fórum Social Mundial

O Fórum Social Mundial aterriza em Dakar

Esther Vivas: “Comemos o que nos dizem as grandes empresas agro-alimentares”

2010

Consumindo (nos)

O direito a decidir aquilo que comemos

Mulheres de milho

O Mundial das Desigualdades

“A fome e a obesidade são duas caras de uma mesma moeda”

A resistência frente a crise

Uma cúpula em meio ao torvelinho

Consumo agroecológico, uma opção política

Soberania alimentar: podemos alimentar o mundo

Anticapitalismo e justiça climática

Viver sem supermercados

Onde estão as campesinas?

Uma década de fóruns sociais

Quem decide o quê comemos?

2009

De Seattle à crise global

Livro: “Resistencias globales. De Seattle a la crisis de Wall Street”

É a hora das mulheres e da soberania alimentar

O clima em xeque

A luta contra a fome deve contar com aqueles e aquelas que a sofrem

Outra agricultura para outro clima

Barcelona: basta de falsas soluciones al cambio climático

Entrevista do Brasil Autogestionário com Esther Vivas (I): a Outra Economia como parte do programa da esquerda anticapitalista na Espanha

Entrevista do Brasil Autogestionário com Esther Vivas (II): a Outra Economia como parte do programa da esquerda anticapitalista na Espanha

De má vontade

G-20: sua agenda e a nossa

A cara oculta dos supermercados

Comércio justo e soberania alimentar

2008

O Novo Partido Anticapitalista sacode a esquerda francesa

Mulheres em luta contra a mercantilização

As redes sociais avançam em um mundo rural em crise

Os desafios do movimento social europeu

FAO: mais livre comércio, mais fome

Como nos afeta a crise alimentaria mundial?

Frente à crise alimentar, que alternativas?

Quem ganha com a crise alimentar mundial?

Um modelo de consumo a serviço do capitalismo e do patriarcado

¿Quem decide o quê comemos?

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